quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
não me lembro da última vez que vi a minha vida cheia de luz. mentira. lembro-me. não estava sóbria. mas lembro-me daquela sensação tão apaziguadora que senti. tudo fazia sentido, mesmo sem ter plena consciência de como. a maneira como a luz do sol torna o céu azul decadente, como a brisa fazia as folhas das árvores se agitarem umas contra as outras provocando o som, e na minha cabeça era como se estivessem a cantar, o ar que se tornava lentamente mais frio com a subida do anoitecer, como eu sentia que tinha tudo bem ali à minha volta, o verão, o vento, um canto escondido, o odor agradável da relva seca, o barulho dos insectos que reclamam do calor, tu. nada daquilo teria sido igual se tu não estivesses ali. a minha vida estava cheia de luz. não dizíamos nada. as nossas almas reproduziam um canto maravilhoso, lúcido de amor.
Ou seja, o mesmo que dizer fode-te, puta. Tens razão, mas não to digo já. Por enquanto eu sinto, tu escreves.
Ou seja, o mesmo que dizer fode-te, puta. Tens razão, mas não to digo já. Por enquanto eu sinto, tu escreves.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
The Final Countdown
http://www.joseclimaco.com/ScotlandDeparture/
Que seja mentira.
E se não for, bem, diz adeus à nossa história. Sabes bem que eu tentei.
Que seja mentira.
E se não for, bem, diz adeus à nossa história. Sabes bem que eu tentei.
sábado, 19 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Se eu pudesse, os meus lábios não voltariam a apartar-se dos teus.
Quando eu finalmente consegui por-me de pé outra vez, tu voltaste a despedaçar-me.
Acho que tens medo que eu te convença.
Vais mesmo pagar a felicidade de outra pessoa com a nossa?
Não me sinto, porra! Estou gelada e arrepiada até aos ossos. Não consigo acreditar que tudo isto tenha acontecido outra vez, não aceito.
Não. Passei perto da tua casa, queria saber se estavas por lá, só isso. Eu não jogo contigo.
A história do pintor e da rapariga de cabelos negros, não era outra senão a nossa.
Estou chateada, tu mexes comigo e não percebo se tu nem tens noção disso ou se fazes de propósito. De qualquer das formas, incomoda-me e eu não quero continuar assim.
Não tenciono falar-te nem sequer olhar para ti. Tu assim o quiseste.
Quando sentires a minha falta, vem tu procurar-me por favor, eu vou gostar.
Se estás a ler isto quer dizer que deste comigo.
Lê(-me), se te atreveres.
Foi simples. Ela escolheu-me a mim.
E não me resta outra alternativa senão dar-te as boas-vindas, meu amor, ao meu mais intimo eu.
Quando eu finalmente consegui por-me de pé outra vez, tu voltaste a despedaçar-me.
Acho que tens medo que eu te convença.
Vais mesmo pagar a felicidade de outra pessoa com a nossa?
Não me sinto, porra! Estou gelada e arrepiada até aos ossos. Não consigo acreditar que tudo isto tenha acontecido outra vez, não aceito.
Não. Passei perto da tua casa, queria saber se estavas por lá, só isso. Eu não jogo contigo.
A história do pintor e da rapariga de cabelos negros, não era outra senão a nossa.
Estou chateada, tu mexes comigo e não percebo se tu nem tens noção disso ou se fazes de propósito. De qualquer das formas, incomoda-me e eu não quero continuar assim.
Não tenciono falar-te nem sequer olhar para ti. Tu assim o quiseste.
Quando sentires a minha falta, vem tu procurar-me por favor, eu vou gostar.
Se estás a ler isto quer dizer que deste comigo.
Lê(-me), se te atreveres.
Foi simples. Ela escolheu-me a mim.
E não me resta outra alternativa senão dar-te as boas-vindas, meu amor, ao meu mais intimo eu.
Para a próxima, lê(-me) ao contrário.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Não estejas à espera das minhas palavras. Mesmo que quisesse, sinto-me a congelar.
Mas o frio não vem de fora, vem de dentro.
Quando estava no teu lugar, o sangue borbulhava-me nas veias, queimava-me por dentro.
Agora sinto os ossos gelados, lentamente gelando-me a carne, eriçando-me a pele.
Estou fria. Acho que sou fria. Como a superfície terrestre, acho que arrefeci com o tempo.
Se calhar sou antes como a lua. Ou melhor, o lado escuro da lua, que é ainda mais frio porque nunca viu a luz do sol.
Sabes porque é que a lua tem tantos buracos? Porque atrai os meteoros que se dirigem em direcção à terra. Não é triste?
E eu também tenho buracos e sou fria. Como a lua.
E tu, aluada lunática, não és a terra, nem o sol, nem sequer os meteoros.
És um imenso buraco negro do qual nada, nem mesmo objectos que se movem à velocidade da luz, podem escapar.
Mas até mesmo a esburacada lua tem o seu lado brilhante que por mais que queiras, eu não te vou deixar roubar.
Mas o frio não vem de fora, vem de dentro.
Quando estava no teu lugar, o sangue borbulhava-me nas veias, queimava-me por dentro.
Agora sinto os ossos gelados, lentamente gelando-me a carne, eriçando-me a pele.
Estou fria. Acho que sou fria. Como a superfície terrestre, acho que arrefeci com o tempo.
Se calhar sou antes como a lua. Ou melhor, o lado escuro da lua, que é ainda mais frio porque nunca viu a luz do sol.
Sabes porque é que a lua tem tantos buracos? Porque atrai os meteoros que se dirigem em direcção à terra. Não é triste?
E eu também tenho buracos e sou fria. Como a lua.
E tu, aluada lunática, não és a terra, nem o sol, nem sequer os meteoros.
És um imenso buraco negro do qual nada, nem mesmo objectos que se movem à velocidade da luz, podem escapar.
Mas até mesmo a esburacada lua tem o seu lado brilhante que por mais que queiras, eu não te vou deixar roubar.
domingo, 13 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
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